Para refletir


"Para que o filho veja os pais adotivos como os seus verdadeiros pais, nada mais é preciso do que a convivência que supre que permite trocas, que proporciona a oportunidade de ouvir e de falar, de tocar e ser tocado, de chorar e ser consolado.”

 “Nossos filhos viverão de acordo com sua história anterior a adoção, conforme a convivência conosco e com as relações que vão estabelecendo. Terão posturas frente à vida, conforme sua história e temos que ter claro que nem todos os seres humanos serão doutores, nem sempre será o que nós sonhamos, mas todos têm capacidade de serem felizes e isso é o que importa.”(F. Lanser).


 "No seu sentido mais profundamente existencial, o filho adotivo surge como um agente de realização e de prazer, mesmo quando sua trajetória é tumultuada e difícil. Nesse aspecto, em nada difere a filiação genética da adotiva. A filiação por adoção carrega o mito da dúvida sobre o acerto da escolha, levando muitas pessoas a assumirem uma atitude preconceituosa e, portanto, inadequada, sobre o seu futuro. Nada do que é passível de acontecer ao filho adotivo deixa de sê-lo, também, ao 'filho biológico'."


"Precisamos aprender muito sobre nós mesmos. Aprender a amar e buscar a paz. Quem melhor poderia representar tudo isso. Senão as crianças com seus corações puros e ingênuos. Ensinando-nos a olhar a vida de outro modo. Mostrando-nos que falta pouco, para compreender este mundo complexo que vivemos. Ensinando-nos também, que mesmo um olhar, um sorriso um pequeno gesto, um piscar de olhos, uma pequena palavra, uma mostra de amor, podem conquistar muito mais do que pensávamos".


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