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O Carinho Transforma!



A coordenação de Acolhimento Institucional, da secretaria de Assistência Social do município (Semas), busca dar maior visibilidade e adesão a dois serviços de Alta Complexidade desenvolvidos pela secretaria: o programa Família Acolhedora e o projeto de Apadrinhamento Afetivo. Para isso, já estão disponíveis no site da prefeitura (www.cariacica.es.gov.br), no link da secretaria de Assistência Social) informações sobre o programa e o projeto. A pessoa interessada pode realizar o cadastro para participar como padrinho ou família acolhedora de crianças e adolescentes atendidos nos abrigos municipais.

Segundo o coordenador de Acolhimento Institucional da Semas, Valdecy Mindas, a iniciativa tem o objetivo de aumentar a visibilidade das ações e captar novos padrinhos e famílias acolhedoras para crianças e adolescentes em acolhimento institucional (abrigos) na cidade.

Depois de acessar o site da prefeitura, o interessado deve clicar no link “Secretarias I”, depois em “Assistência Social” e, em seguida, em “Serviço de Acolhimento Institucional e Familiar”, onde há informações que permitirão entender o funcionamento do Família Acolhedora e do Apadrinhamento Afetivo, e como se candidatar.

Família Acolhedora

O programa Família Acolhedora é uma das modalidades de acolhimento à criança e ao adolescente que tiveram como medida protetiva o afastamento da família de origem, sendo definido como um serviço que organiza o acolhimento na residência de famílias das comunidades do município.

A lei municipal que respalda o Programa é a 4.917, de 26 de março de 2012. Os objetivos do programa são propiciar o atendimento em ambiente familiar, garantindo atenção individualizada e convivência comunitária; e acolher crianças e/ou adolescentes com faixa etária de zero a 18 anos em famílias acolhedoras. O período é de um ano, podendo ser renovado por mais um ano, de acordo com decisão judicial.

Cada família que acolhe uma criança ou adolescente recebe subsídio financeiro mensal no valor de um salário mínimo. A partir da segunda criança, a família recebe suplementação de 50% do salário mínimo para cada uma, limitado a três crianças acolhidas na família, salvo os casos de grupos de irmãos.

São condições para permanência no programa Família Acolhedora o acesso da criança/adolescente à rede de ensino; a frequência assídua nas atividades do programa; o atendimento às convocações realizadas pela equipe técnica do programa e pelo Poder Judiciário; e continuar residindo no município de Cariacica.

Apadrinhamento Afetivo

O projeto Apadrinhamento Afetivo foi instituído no país em 2002, pelo projeto Aconchego – apoio à convivência familiar e comunitária –, em parceria com as instituições de acolhimento e Vara da Infância e Juventude do Distrito Federal e a participação da sociedade civil. Em Cariacica, chegou em 2008, pela Vara da Infância e Juventude. Em 2011, foi implementado pelo município. O projeto visa a cumprir o art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente, que preconiza o direito à convivência familiar e comunitária.

O projeto busca oferecer experiências afetivas às crianças, a partir dos sete anos, e aos adolescentes que estão resguardados por medidas de proteção nos abrigos, com poucas chances de adoção. Apadrinhar afetivamente é contribuir para o desenvolvimento de uma criança ou adolescente que necessita de referências familiares, envolvendo o cuidar, dar afeto, orientar, estimular nos estudos, proporcionar momentos de lazer e impor limites. O apadrinhamento não implica vínculo jurídico de guarda, tutela ou adoção.

Serviço:
Programa Família Acolhedora e projeto Apadrinhamento Afetivo

Informação e cadastro pelo site:
– www.cariacica.es.gov.br, no link da Secretaria de Assistência Social

Informação e cadastro na secretaria de Assistência Social:
– Atendimento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
– Endereço: av. Ministro Eurico Salles, 16, Campo Grande (próximo ao Hospital São Francisco)
– Informações: 3346-6321 e pelo e-mail: f.acolhedora.cariacica@hotmail.com

Projeto Apadrinhamento Afetivo
Requisitos:
– Idade mínima de 18 anos;
– 16 anos de diferença de idade entre o padrinho/madrinha e o afilhado;
– Desejar e ter disponibilidade para proporcionar experiências novas para uma criança/ adolescente.
– Ser sensível às necessidades das crianças em acolhimento institucional (abrigos)
– Preferencialmente ser morador de Cariacica.

Documentação Necessária:
– Cópia da carteira de identidade ou CNH
– Cópia do CPF
– Cópia do comprovante de residência
– Atestado de antecedentes criminais

Programa Família Acolhedora
Requisitos:
– Ser morador de Cariacica por, no mínimo, dois anos;
– Ter de 25 a 60 anos de idade;
– Ter a autorização e a colaboração de todos os membros da família;
– Ter interesse e disponibilidade para atender a criança e/ou adolescentes acolhido.

Documentação necessária:
– Cópia da carteira de identidade;
– Cópia do CPF;
– Cópia da certidão de nascimento ou de casamento;
– Cópia do comprovante de residência;
– Comprovante de mais de dois anos de residência no município (exceto famílias extensas e de origem);
– Certidão negativa de antecedentes criminais;
– Atestado de sanidade física e mental.

Texto: Evandro Costalonga
Jornalista responsável: Marcelo Pereira






O segredo é amar!




O álbum nunca fotografado.

Você vai ver histórias de pessoas que já eram uma família, só faltava se conhecerem.




Tem tanto amor envolvido que o coração fica explodindo de emoção. 
Dermodex desenvolveu uma ação sensível e muito importante para os corações e mentes desses pais e crianças.
 Este vídeo vai tocar seu coração também. Assista!

Saiba mais sobre o veto derrubado pelo Congresso.


Lei para crianças abrigadas.

VETOS DERRUBADOS

Lei passa a ter prazo para crianças abrigadas entrarem em cadastro de adoção.


O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira (20/2), por unanimidade, os vetos presidenciais a dispositivos da nova Lei de Adoção (Lei 13.509/2017). A norma foi sancionada em novembro, mas o presidente Michel Temer (MDB) havia barrado quatro trechos do projeto original.
Os parlamentares, porém, se articularam para reativar todos esses dispositivos: agora, recém-nascidos e crianças levados para abrigos deverão ser incluídos no Cadastro Nacional de Adoção quando não forem procurados pela família no prazo de 30 dias, a partir da data do acolhimento.
Enquanto Temer considerava o período “exíguo” e “incompatível” com a sistemática do Estatuto da Criança e do Adolescente sobre a busca da família extensa, o senador Armando Monteiro (PTB-PE) — relator do assunto na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) — disse que a determinação de prazo vai ser favorável para acelerar a adoção.
Com outro veto derrubado, também passou a ser permitido o apadrinhamento de crianças e adolescentes por adultos não inscritos no cadastro de adoção. Além disso, toda criança ou adolescente que estiver inserido em programa de acolhimento familiar ou institucional deverá ter a situação reavaliada em até três meses.
Passa a valer também nova regra para audiências judiciais:
Na hipótese de não comparecerem à audiência nem o genitor nem representante da família extensa para confirmar a intenção de exercer o poder familiar ou a guarda, a autoridade judiciária suspenderá o poder familiar da mãe, e a criança será colocada sob a guarda provisória de quem esteja habilitado a adotá-la”
Para Temer, esse trecho apresentava incongruência com outro dispositivo que determina a extinção, e não a suspensão, do poder familiar. Ele avaliou também que o texto omitiu o alcance da medida ao poder familiar do pai. Ainda assim, o Congresso optou por incluir a regra na lei sancionada em novembro.
Segundo o deputado Augusto Coutinho (SD-PE), autor do projeto na Câmara, a derrubada dos vetos é importante porque o presidente havia retirado “pontos cruciais da lei”, cujo objetivo é “agilizar o processo de adoção, mantendo as garantias a todas as partes, mas eliminando a burocracia”. Com informações da Agência Senado.
Revista Consultor Jurídico, 21 de fevereiro de 2018, 19h33

Perguntas pertinentes.



Por que são feitas avaliações por assistentes sociais e psicólogos?



Um dos objetivos para a realização dos estudos é o de refletir e avaliar, junto às pessoas interessadas, os motivos presentes na decisão e o efetivo preparo, naquele momento, para serem pais e/ou mães por meio da adoção. Para isso, é necessário conhecer e pensar sobre o contexto no qual a criança ou adolescente viverá.


Quanto tempo demora em adotar?



Uma vez habilitados, não há um prazo para que os pretendentes sejam chamados pela Vara da Infância e da Juventude para conhecer uma criança ou adolescente. Observa-se que pessoas com menos exigências quanto ao perfil do filho que será adotado (sexo, idade, cor da pele ou fazer parte de grupo de irmãos, etc.) aguardam por menos tempo.


Por que muitos candidatos à adoção esperam tanto para conseguir adotar se existem tantas crianças em Serviços de Acolhimento?



• Crianças e adolescentes afastados da família de origem, que vivem em instituições de acolhimento ou junto a famílias acolhedoras, não estão todas com situação legal definida para ser adotadas. 
• Algumas possuem fortes laços de afeto e aguardam que suas famílias recuperem as condições para protegê-las e delas cuidarem. 
• Além disso, as características desejadas pela maioria dos pretendentes não são compatíveis com o perfil das crianças e adolescentes aptos à adoção.


O que fazer enquanto se espera a chegada da criança/adolescente?



O período de espera pela indicação da Vara da Infância e da Juventude pode ser vivido de modo ativo. Os interessados em adotar podem buscar informações em locais que promovem a reflexão sobre essa decisão e facilitam a troca de experiências com famílias que já adotaram. Os Grupos de Apoio à Adoção são um exemplo de mecanismo de suporte por meio do qual isso pode ser feito. A procura e/ou aproximação, por iniciativa própria, com crianças e adolescentes, com o objetivo de adotá-los, sem a indicação da Vara da Infância e da Juventude é enfaticamente desaconselhada. Isso porque os pretendentes podem se apegar às crianças e adolescentes sem a existência de previsão legal que dê segurança jurídica, pois não estão e nem estarão aptos à adoção, o que traria grande dor e sofrimento a todos os envolvidos.

Onde crianças e adolescentes aguardam para ser adotados?



O afastamento do convívio da família é uma medida de proteção. Quando necessário, as crianças e adolescentes são encaminhados para serviços de acolhimento institucional ou os programas de acolhimento familiar. Essa situação é acompanhada pela vivência de rupturas dos laços sociais e afetivos. Por isso, são tomadas várias iniciativas para que as crianças e adolescentes possam voltar à família de origem. Em alguns casos, o retorno não será possível. As crianças e adolescentes serão considerados aptos para adoção após serem ouvidos e avaliados quanto a essa alternativa para suas vidas


O que são Grupos de Apoio à Adoção?



Os Grupos de Apoio à Adoção são formados, na maioria das vezes, por iniciativas de pais adotivos que trabalham voluntariamente para a divulgação da nova cultura da Adoção, prevenir o abandono, preparar adotantes e acompanhar pais adotivos e para a conscientização da sociedade sobre a adoção e principalmente sobre as adoções necessárias (crianças mais velhas, com necessidades especiais e inter-raciais).


Quais os endereços dos Grupos de Apoio do Estado de São Paulo?



A Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD disponibiliza as informações de contato dos Grupos de Apoio à Adoção no endereço eletrônico: 
http://www.angaad.org.br/lista_gaa.html


O que é Estágio de Convivência?



O Estágio de Convivência é um período de acompanhamento da nova família pela Vara da Infância e da Juventude, após a mudança da criança ou adolescente para a casa dos adotantes, sob Termo de Guarda com vistas à adoção. Neste momento, poderá ser requerida a licença-maternidade/paternidade. Durante esse período, a equipe técnica, composta por assistentes sociais e psicólogos irá acompanhar, avaliar, orientar, refletir e apoiar o novo núcleo familiar em formação, observando aspectos relativos à sua integração. O Estágio de Convivência terá um prazo variado, dependendo das peculiaridades de cada caso. Quando considerado finalizado, será deferida a adoção pelo juiz, tornando-se uma medida irrevogável.


Quando será possível efetuar o novo registro de nascimento da criança ou adolescente?



O novo registro de nascimento será providenciado após a sentença de adoção pelo juiz, concedendo aos adotantes a condição de pais. Esse documento gratuito será solicitado ao Cartório de Registro Civil do município de residência dos adotantes.


Qual o endereço das Varas da Infância e da Juventude do Estado de São Paulo?



O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo fornece o endereço das Varas da Infância e da Juventude em portal aberto na internet, que pode ser consultado através do link abaixo: 
http://www.tjsp.jus.br/ListaTelefonica

Fonte: http://www.adotar.tjsp.jus.br/Home/PerguntasFrequentes

Amor multiplicado por seis!!!


Mulher adota 6 irmãs de uma vez só,

 para que elas ficassem juntas.




A coisa mais triste para irmãos que passam pelo processo de adoção é saber que um dia eles podem ser separados. Afinal, não é todo mundo que têm condições financeiras e emocionais para adotar mais de uma criança.
Mas, nunca se pode perder a esperança quando existem pessoas como a norte-americana Lacey Dunkin.
Em 2011, ela adotou seis irmãs de uma vez só, incluindo uma recém-nascida, para que elas não fossem separadas e tivessem seus corações partidos pela distância umas das outras.
“Elas [filhas] me trazem muita alegria e caos, mas a vida seria tão vazia, sem graça e chata sem elas. É uma honra ser mãe, elas derretem meu coração”, explicou Lacey.




"Adote um Boa noite"



Campanha "Adote um Boa noite" incentiva adoção tardia
O Tribunal de Justiça de São Paulo lançou uma campanha chamada "Adote um boa noite”,
 que incentiva a doação de crianças mais velhas.
Iniciativa busca incentivar a adoção de crianças maiores de 7 anos de idade.

No Dia da Criança, a gente vai falar dos mais de 45 mil adolescentes e crianças que vivem em abrigos no Brasil, 80% deles têm seis anos ou mais e poucas chances de adoção.
Em São Paulo, o Tribunal de Justiça lançou uma campanha para tentar mudar essa realidade.
O dia de aula terminou e eles seguem o mesmo caminho. O portão leva ao mesmo abrigo, onde os meninos dividem o teto e as angústia.
- Porque eu não gosto daqui não...
-  O quê?
-  Eu não gosto daqui não.
O problema não é o abrigo, mas a falta de um lar. A Justiça autorizou que a gente conversasse com esses meninos. As possibilidades de reintegração deles às famílias de sangue já estão esgotadas, o que resta é a adoção.
Enquanto esperam, eles vivem uma vida compartilhada.
“Por mais carinho e atenção que o funcionário possa fornecer, tentar suprir, não é o suficiente porque eles sentem, eles têm essa carência da família”, conta Valéria Gonçalves da Mota, gerente do abrigo.
Nessas casas, tudo é coletivo. Eles dividem o banheiro, a mesa das refeições, o quarto. E mesmo cheio, esse também é um lugar de solidão.
Esse momento um pouco antes do sono chegar é quando muita gente aproveita pra pensar em como foi o dia, os planos pro futuro. É assim também pra crianças e adolescentes que estão em abrigos. Mas vários deles têm um pensamento frequente. Na verdade, uma preocupação que é só deles.
“Eu fico me perguntando porque eu tô no abrigo, também como vai ser o meu futuro quando eu sair daqui”, Eduardo Nascimento de Jesus, 13 anos.
O Tribunal de Justiça de São Paulo lançou uma campanha chamada "Adote um boa noite”, uma referência a esse momento delicado do dia principalmente pras crianças mais velhas e pros adolescentes.
“Então nós buscamos desestigmatizar essas adoções de crianças um pouquinho mais velhas. Nós não queremos aqui buscar despertar um espirito passageiro de caridade, mas nós acreditamos sinceramente que existem essas pessoas na sociedade e que isso pode ser despertado nelas”, afirma Gabriel Pires de Campos Sormani, juiz.
“A gente tem crianças aqui dentro que durante muito tempo elas tiveram se colocar no papel de adulto, de pensar como adulto, de lidar como adulto. E a gente tá falando de crianças de 9, 10 anos. E assim, ela precisa dessa oportunidade de voltar a ser criança”, afirma Anderson Lopes, psicólogo.
Essa família já era grande. Três filhos do primeiro casamento do Luís, mais dois da união com a Valéria. Mas tinha espaço e amor pra mais gente.
“Eu tenho tanto amor pra dar, pra que eu vou ficar guardando tudo isso?", conta Luiz
“Você está trazendo uma pessoa, um ser humano pra você. Não é uma boneca, um robô, ele tem problemas, sentimento, tem crises, como nós temos”, afirma Valéria Mesquita Pacheco, empresária.  
A rebeldia inicial, a desconfiança do Christian. Ele já tinha sido adotado e devolvido duas vezes. Agora, já faz quatro anos que ganhou uma família e o conforto de receber um boa noite.


“Muito bom, você sabe que agora vc não tá mais sozinha”, 
E tantos por aí estão guardando essa frase.

Confira o site do projeto: http://www.adoteumboanoite.com.br/

Projeto Adotar - Tribunal de Justiça de S.P.



Conheça a bela história do casal Rodrigo e Marcela.
Exemplo de que a adoção é um ato de amor, que transforma vidas.

Mais informações sobre adoção em www.tjsp.jus.br/adotar

Casal decide adotar um menino para ser o seu filho, mas...






Este casal decide adotar um menino mais velho para ser seu filho, mas quando chegam no lar da adoção,
 o que veem, os faz mudar de ideia.

Casal esperou por mais de 10 anos para adotar uma criança, e quando finalmente vão conseguir ter seu filho, algo impressionante acontece.
O casal Claudio Boccalon e Mariela Rzepeski vivem na cidade de Florencio Varela,  na Argentina, e são casados há muitos anos. Desde quando se casaram, eles tem o sonho de constituir uma família e para isso acontecer, só lhe faltavam os filhos. E foi aí que o maior drama da vida deles começou.
Eles começaram a tentar engravidar pelo método tradicional, foram anos assim, mas não conseguiam e pensavam que era porque a esposa tinha tomado durante muito tempo anticoncepcional. Então decidiram procurar um médico para ajudar com a gravidez e ela mais uma vez não se concretizou.
O casal então passou por uma série de exames que constaram que um dos dois era infértil, e a solução seria a inseminação artificial. Após inúmeras tentativas e muito dinheiro gasto, também não foi possível engravidar e então após muita conversa e reflexão, eles chegaram a conclusão que queriam adotar uma criança, e não importaria idade, sexo, cor, raça.
No entanto a luta de Claudio e Mariela não parou por aí, o processo de adoção na Argentina é muito burocrático e por eles esperaram por mais de 10 anos por uma criança, até que um dia a assistente social telefonou para o casal dizendo que o dia deles havia chegado.
Ao chegarem ao lar adotivo, se encontraram com Julio e foi amor a primeira vista, o casal instantaneamente se sentiu os pais do garoto. No entanto na hora do menino se despedir das demais crianças, os pais adotivos perceberam que 4 daquelas crianças eram irmãos de Julio e vende o sofrimento e o amor que ele tinha pelos irmãos, fez com que o casal tomasse uma atitude extrema e adotasse Julio e todos seus irmãos.
A família fez a maior prova de amor que poderia ter feito ao filho adotivo, não separando-o de seus irmãos. Com certeza esta família nunca mais foi a mesma com a chegada de 5 filhos, e Claudio e Mariela realmente haviam nascido para serem pais daquelas 5 crianças.