Tome as rédeas

Ninguém pode interferir em nosso livre arbítrio, somos os arquitetos de nosso futuro, os responsáveis pelos nossos sonhos e pela realização de cada um deles, lembremos a todo instante que o futuro ainda não existe. 

Existe apenas o agora e é no agora, que o estamos criando, tomemos as rédeas de nossas vidas, antes que seja tarde, somos Luz Divinal e é assim que precisamos nos ver, compreendamos e aceitemos isso, que tudo muda à nossa volta, aqui estamos em aprendizado.

 Erramos?! - Consertemos o erro... - Estabelecendo uma analogia... 
O futuro é como uma estrada a ser percorrida, o amor é o poderoso combustível, devemos muito mais nos preocupar em trilhar essa estrada, do que ficarmos a vida toda estudando a melhor forma de passar por ela, só a conheceremos, caminhando, sigamos adiante, com muito amor no coração, sem nos permitirmos estacionar.


Campanha Adote - Instituto da Criança e Instituto Flordelis




Um sonho possível




Sinopse: 
É inspirado em uma história real, e deu a atriz Sandra Bullock seu primeiro Oscar. http://www.cinepop.com.br/filmes/sonhopossivel.php
Em 'Um Sonho Possível', o adolescente Michael Oher (QUINTON AARON) sobrevive sozinho, vivendo como um sem-teto, quando é encontrado na rua por Leigh Tuohy (SANDRA BULLOCK). 
Tomando conhecimento de que o garoto é colega de turma de sua filha, Leigh insiste que Michael — que veste apenas bermuda e camiseta em pleno inverno — deixe-a resgatá-lo do frio. 
Sem hesitar por um momento sequer, ela o convida a passar a noite em sua casa. 
O que começa com um gesto de bondade evolui para algo maior, pois Michael passa a fazer parte da família Tuohy.

Herança

Houve uma vez duas mulheres 
Que nunca se conheceram; 
De uma tu não te lembras, 
"Mãe" é o nome que à outra deram. 
Uma deu nacionalidade, 
A outra o nome te deu; 
Uma deu do talento a semente, 
A outra um rumo proveu. 
Duas vidas distintas se moldaram 
Para única a tua fazer; 
Uma foi a estrela que te guia, 
A outra o teu sol quis ser. 
Uma te deu emoções, 
A outra teus medos calou; 
Uma viu teu primeiro sorriso, 
A outra tuas lágrimas secou. 
A primeira deu-te a vida 
E a segunda a viver ensinou; 
A primeira deu-te a carência de amor, 
E a segunda, para supri-lo, ali ficou. 
Uma te entregou, 
Foi só o que pôde fazer; 
A outra orou por um filho, 
E Deus a ti lhe fez ver. 
Em lágrimas me perguntas agora 
À antiga e séria questão: 
Hereditariedade ou onde se mora: 
Qual fez de mim o que sou, então? 
Nenhum deles, meu querido 
Apenas o calor de dois diferentes tipos de AMOR.

Olha Filho...

Olha filho,
eu sei que não foi em mim
que plantaram tuas raízes, eu sei...


Eu não acredito em cegonhas,
mas também não acredito em acasos,
porque eu te quis e te esperei...


Eu acredito é em encontros.
Eu acredito é num fugaz momento,
quando nossos olhos se encontraram,
e você renasceu.


E se não fui o solo onde germinastes,
sou o chão onde crescerás.
E um dia filho, quando partires...
Alçares vôo pela tua estrada...


Talvez então tu tenhas certeza,
desse lugar onde, nas tempestades,
tu poderás sempre pousar,
abastecer e tornar a voar.

"O Amor é uma dádiva"

"O Amor é uma dádiva, um sentimento que se conquista e se transmite. Ninguém nasce amando, o que significa, em outras palavras, que é possível aprender a amar. Se o casal decidir pela adoção, estará não apenas firmando um compromisso amoroso como também doando amor a si mesmo. Por que se atormentar com a infertilidade, se há sempre uma criança à espera de ser amada? As diferenças não são deficiências; são marcas pessoais, que compõem nosso patrimônio de pessoa. A aceitação, para essas pessoas, é interpretada como a existência de uma fragilidade ou mesmo como uma declaração de incompetência. Novamente nos encontramos com uma questão para a qual a saída é o estabelecimento de uma relação de afeto. Amar aquele que tem dificuldade de ser amado seria a suprema demonstração da humanidade dos humanos"!
"No filho adotivo não se realiza a marca genética nem se satisfaz a expectativa social da 'normalidade' reprodutiva. Parece que perdura na cabeça das pessoas a necessidade da reprodução como um atestado de capacidade fisiológica. Não se consideram todos os outros laços que, na pessoa humana, ligam os genitores a seus filhos. Certamente, das ligações familiares, as mais limitadas são as que se referem aos aspectos genéticos. As relações afetivas constituem o grande arcabouço das ligações interpessoais, que perduram, renovam-se e compõem a dinâmica da vida.” "No seu sentido mais profundamente existencial, o filho adotivo surge como um agente de realização e de prazer, mesmo quando sua trajetória é tumultuada e difícil. Nesse aspecto, em nada difere a filiação genética da adotiva. A filiação por adoção carrega o mito da dúvida sobre o acerto da escolha, levando muitas pessoas a assumirem uma atitude preconceituosa e, portanto, inadequada, sobre o seu futuro. Nada do que é passível de acontecer ao filho adotivo deixa de sê-lo, também, ao 'filho biológico'." "Procriar é uma condição dada pela natureza; criar é uma responsabilidade no âmbito da ética entre os homens. É nessa relação que identificamos um dos momentos cruciantes da estabilidade humana: o desnível entre criar e procriar. Procriar é um momento; criar é um processo. Procriar é fisiológico; criar é afetivo. A adoção do filho se insere exatamente aí: na atitude e nos atos de criação no sentido físico e afetivo. O filho, que era sonho, e por ser sonho, tinha a condição fundamental de ser realidade, afirma-se como filho, não pelo processo biológico e fisiológico do nascimento, mas pela adoção afetiva dos pais que, incondicionalmente o amam." "A inexistência dos laços genéticos não invalida as relações parentais." “No processo existencial da vida, uma decisão levará a tantas outras quantas forem necessárias para dar sentido à primeira”. “Erram aqueles que pensam que, na vida, sobretudo nas relações interpessoais, as decisões são isoladas e independentes das que virão mais adiante.” "Para que o filho veja os pais adotivos como os seus verdadeiros pais, nada mais é preciso do que a convivência que supre que permite trocas, que proporciona a oportunidade de ouvir e de falar, de tocar e ser tocado, de chorar e ser consolado”.

"Filhos Brilhantes, Alunos Fascinantes"

Bons filhos conhecem o prefácio da história de seus pais Filhos brilhantes vão muito mais longe, conhecem os capítulos mais importantes das suas vidas.
Bons jovens se preparam para o sucesso. Jovens brilhantes se preparam para as derrotas. Eles sabem que a vida é um contrato de risco e que não há caminhos sem acidentes.
Bons jovens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar.
Bons alunos escondem certas intenções, mas alunos fascinantes são transparentes. Eles sabem que quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. Não querem, como alguns políticos, o sucesso a qualquer preço. Só querem o sucesso conquistado com suor, inteligência e transparência. Pois sabem que é melhor a verdade que dói do que a mentira que produz falso alívio. A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe, mas no quanto ele tem consciência que não sabe.
O destino não é frequentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha, escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos.

Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão. Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar pelo menos na Lua. Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos altos montes. Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações. Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.
Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora.
Procurem um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura! Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.

Augusto Cury


"Algumas Reflexões"

Muitas pessoas dizem: tenho síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, déficit de atenção, bipolaridade, etc.   Essa situação me faz lembrar a sabedoria popular: “de médico e louco todo mundo tem um pouco”! Investigando melhor, percebo que esses “diagnósticos”, a maioria das vezes são como “fugas” de uma realidade não aceita. Em um mundo tão desenvolvido, como ainda não inventaram uma “droga” para exterminar a Dor do EXISTIR? Precisamos, urgentemente, encontrar um “diagnóstico” e um “tratamento medicamentoso”, de preferência com sabor agradável e que tenha efeito imediato!  Não estou dizendo que não existem patologias. Elas existem, sim, e precisam ser diagnosticadas e tratadas ADEQUADAMENTE, por profissionais qualificados e competentes.  Mas é de natureza humana buscar justificativa para tudo o que acontece, com o intuito de amenizar a culpa e diminuir a angústia.  Apenas encontrar justificativas não nos faz assumir a responsabilidade por escolhas, muitas vezes equivocadas, que fazemos ao longo de nossas vidas. Também não propicia transformação e mudança de atitude frente às adversidades do cotidiano. 

É pertinente a condição humana a capacidade de pensar, de refletir, de aprender e de se desenvolver com a própria subjetividade. Precisamos olhar e encontrar o sentido, a finalidade do sofrimento e do existir humanos, precisamos nos questionar: qual o significado da nossa existência? Qual a finalidade da nossa vida? Muitas vezes viver é doloroso, sim, mas, ao mesmo tempo, é a maior dádiva do Criador ofertada a cada um de nós! É a oportunidade preciosa do crescimento e desenvolvimento de nossa consciência ética e moral. Portanto, sinto que hoje, falar da capacidade de aprender a lidar com o sofrimento humano, próprio e do semelhante. Aceitar nossa fragilidade, limitação e impotência, não negar nossos sentimentos, é o melhor remédio que poderíamos tomar. Olhar para o nosso mundo interno pode ser desafiador, mas posso garantir que é muito enriquecedor. E com certeza, vamos encontrar muitas preciosidades que estavam escondidas e outras que serão descobertas. Vamos nos surpreender com defeitos que só conseguimos ver em nosso semelhante! Poderemos nos perceber mais Fortes e Criativos!